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ago
Mulheres.  | 

Além de complicado, é muito diferente começar a escrever um post sobre esse tema.
Inspiração? Não. O que me fez escrever sobre tal assunto foi por causa de uma pessoa, que é sensacional por sinal, mas que me fez notar algo que é visível para quase todos e achei interessante escrever sobre.

Em uma conversa recente (com ela) colocamos idéias e criamos histórias muito engraçadas com os “problemas” de ter filho(os) hoje em dia, de como a vida da pessoa pode mudar tanto pessoal quanto profissional.

Em números, pesquisas e também visivelmente perceptível ver que hoje em dia, as famílias querem cada vez menos ter filhos. Os motivos são vários, e em uma pesquisa rápida li a respeito que o fator número 1 é o trabalho.

No Brasil, o número de mulheres com vontade, coragem, de terem filhos é menor a cada ano, isso por que a mulher vem se destacando profissionalmente.

Esta é a nova situação pois em alguns países como a Espanha, por exemplo, já se adotou algumas formas inusitadas. Desde o ano passado, mais precisamente 16/07/2007, o governo espanhol adotou o “cheque-bebê” para as mulheres que forem futuras mamães, um valor de 2,5 mil libras, (algo em torno de R$ 6,4 mil) não só para incentiva-las, mas para ajuda-las financeiramente.

Para as mães trabalhadoras, o governo dá 100 euros mensais até que o filho complete três anos. É oferecido também um pagamento único de 450 euros para os filhos a partir do terceiro. Quando a mãe tem um parto múltiplo ou uma família adota simultaneamente dois ou mais filhos, tem direito a uma ajuda calculada a partir do número de filhos e do salário mínimo espanhol (hoje em 570,60 euros mensais).

Claro que o Brasil está muito longe de adotar algo do tipo, até por que não estamos em um momento critico de que todas as mulheres não pensem mais em ter filhos.

Como disse anteriormente, as mulheres estão se destacando profissionalmente e tomando os lugares dos homens, elas estão colocando a qualificação para o mercado de trabalho em primeiro plano, deixando em segundo, a família.

Mas seja com o surgimento desse novo tipo de modelo familiar: “A mulher chefe de família” e o homem “dono de casa”, seria interessante o governo, não só o brasileiro, começar a trabalhar a respeito disso, para que num futuro breve, não tenhamos problemas. E o mais impressionante é que este fenômeno surgiu super rápido e pelo andar da carruagem será irreversível.

Hoje é totalmente inviável manter uma família com uma situação financeira pouco favorável, e é claro que tem muitas mulheres trabalhadoras que ganham pouco e lutam muito e conseguem. Só que, o lado “família” fica mais distante e o lado bom de aproveitar e curtir fica um pouco ou totalmente complicado.

Só que o “problema” vai, além disso. Muitos outros motivos existem como a simples falta de coragem e também medo de criar um filho. E esse vai por um lado mais pessoal de cada pessoa e acaba sendo um pouco inviável de expressar em palavras, ainda mais para mim.

A coragem, por exemplo, é algo que toda mulher têm, e se talvez, falte um pouco, nada do que estar ao lado de um bom homem para ajudar “administrar” esses problemas, até por que não podemos pensar em “falta de filhos no mundo” e sair por ai fazendo filhos, precisa-se de um ótimo companheiro ao lado.

E para isso, está ficando complicado, pois mulheres de hoje são exigentes, querem um homem bem sucedido, inteligente, bonito e que a faça feliz, e com toda razão, pois a história da mulher na sociedade, por exemplo, é muito recente. Poucos param para pensar, mas só faz 62 anos que a mulher ganhou direito de voto no Brasil.

Acredito que não só eu, mas como muitas outras pessoas, que as mulheres têm/terão capacidade de lidar com isso, pois são elas as únicas que discutem de novela a futebol, de receitas a políticas, de bordado a situação econômica do país, e por ai vai.




  1. 1 Bruna 8-19-2008

    Muuuuuuuito bommmm!!!

  2. 2 Salete Cattae 10-3-2009

    Muito bom o seu blog!

    Assuntos interessantes, atuais e muito bem escritos.

    Sobre o post, eu nunca quis ter filhos e não sinto a menor falta, acho que dá muito bem para ser feliz sem ou até mais, pois assim sobra mais tempo para eu investir nas coisas que eu gosto.

    Abraços! Vou visitá-lo sempre…

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