14
fev

 
Desde os tempos remotos como 10.000 a.C. a história tem sido fértil em esculturas e escritos refletindo o respeito e a adoração das pessoas pelo Sol.

E é simples perceber porque disso, pois a cada manhã o Sol se levanta, trazendo visão, calor e segurança, protegendo o homem da fria escuridão cheia de predadores da noite.

Sem o sol, as culturas entenderam que as colheitas não cresceriam e a vida no planeta não sobreviveria. Esses fatos, ou a realidade, fizeram do Sol o objeto mais adorado de todos os tempos.

Da mesma forma, estavam bem conscientes das estrelas. O seguimento das estrelas permitiu-lhes reconhecer e antecipar eventos que ocorriam ao longo de grandes períodos de tempo, tais como eclipses e luas cheias.

Eventualmente, catalogaram grupos celestiais que conhecemos hoje como constelações.

Essa é a cruz do Zodíaco, uma das mais antigas imagens da história da humanidade. Representa o trajeto figurativo do Sol através das 12 maiores constelações no decorrer de um ano. Também representa os 12 meses do ano, as quatro estações, e os Solstícios e equinócios.

O termo Zodíaco esta relacionado com o fato de as constelações serem antropomorfismos, ou personificações, de pessoas ou animais.

Por outras palavras, as primeiras civilizações não só seguiam o Sol e as estrelas, como também as personificavam através de mitos que envolviam os seus movimentos e relações.

O Sol, com o poder criado e salvador foi também personificado à semelhança de um criador invisível ou deus. Era conhecido como “Filho de Deus”, “Luz do mundo”, “Salvador da humanidade”.

Igualmente, as 12 constelações representaram lugares de viagem para o Filho de Deus, e foram nomeados e normalmente, representados por elementos da natureza que aconteciam nesses períodos de tempo.

Por exemplo, Aquários, o portador de água, que traz as chuvas de Primavera. Na perspectiva de quem está no hemisfério Norte

Mitologia:

Este é Hórus. Ele é o Deus Sol do Egito por volta de 3000 a.C. Ele é o Sol, antropomorfizado, e a sua vida é uma série de mitos alegóricos que envolvem o movimento do Sol no céu. Dos antigos hieróglifos Egípcios, se soube muito sobre este Messias Solar.

Por exemplo, Hórus, sendo o Sol, ou a luz, tinha como inimigo o Deus Set, que era a personificação das trevas ou noite.  E metaforicamente falando, todas as manhãs, Hórus ganhava a batalha contra Set, quando ao fim da tarde, Set conquistava Hórus e o enviava para o mundo das trevas.

É importante saber que “Trevas VS. Luz” ou “Bem VS. Mal” tem sido uma das mais onipresentes dualidades mitológicas conhecidas e que ainda hoje é utilizada a muitos níveis.

No geral, a história (mitologia) de Hórus é a seguinte:

* Hórus nasceu no dia 25 de Dezembro da virgem Isis-Meri.

* Seu nascimento foi acompanhado por uma estrela a Leste, que por sua vez, foi seguida por 3 Reis em busca do salvador recém-nascido.

* Aos 12 anos, era uma criança prodígio, e aos 30 anos foi batizado por uma figura conhecida por Anup e que assim, começou seu reinado.

* Hórus tinha 12 discípulos e viajou com eles.

* Fez milagres tais como curar os enfermos e andar sobre a água.

* Também era conhecido por vários nomes como “A verdade”, “A Luz”, “Filho Adorado de Deus”, “Bom Pastor”, “Cordeiro de Deus”, entre muitos outros.

* Depois de traído por Tifão, Hórus foi crucificado, enterrado e ressuscitou 3 dias depois.

Estes atributos de Hórus, originais ou não, parecem influenciar várias culturas do mundo, e muitos outros deuses encontrados com a mesma estrutura mitológica.

Outros Deuses com os mesmos atributos:


* Attisda Phirgia, nasceu da virgem Nana no dia 25 de Dezembro, foi crucificado, colocado no túmulo e 3 dias depois, ressuscitou.

* Krishnada Índia, nasceu da virgem Devaki com uma estrela a leste assinalando sua chegada, fez milagres em conjunto com os seus discípulos, e após a morte, ressuscitou.

* Dionísioda Grécia, nasceu de uma virgem no dia 25 de Dezembro, foi professor e peregrino que praticou milagres tais como transformar a água em vinho, e é referido como “Reis dos Reis”, “O Filho de Deus”, “Alfa e Ômega”. Após sua morte, ressuscitou.

* Mithrada Pérsia, nasceu de uma virgem no dia 25 de dezembro, teve 12 discípulos e praticou milagres, após sua morte foi enterrado, e 3 dias depois ressuscitou, também era referido como “A Verdade”, “A Luz”, e muitos outros nomes. Curiosamente, o dia sagrado de adoração a Mithra era um domingo (Sunday) Dia do Sol.

Outros Deuses com os mesmos atributos:

Chrishna de Hindostan, Buddha Sakia da Índia, Salivahna das Bermudas, Odin de Scandinavians, Crite da Chaldea, Bali do Afghanistan, Indra do Tibet, Jao do Nepal, Wittoba do Bilingonese, Atys da Phrygia, Xamolxis do Thrace, Zoar do Bonzes, Adad da Assyria, Alcides de Thebes, Baddru do Japão, Thor do Gauls, Hil e Feta de Mandaites, Fohi e Tien da China, Adonis da Grécia, Prometheus do Caucasus.

O que importa salientar aqui é que “existiram” inúmeros salvadores, dependendo dos períodos, de todo o mundo, que preenchem estas mesmas características

A questão que se mantém:

Porque estes atributos, porque o nascimento de uma virgem no dia 25 de Dezembro, porque a morte e a ressurreição após 3 dias, por que os 12 discípulos ou seguidores?

Para descobrir, vamos examinar o mais recente dos Messias Solares.


Jesus Cristo nasceu da virgem Maria no dia 25 de Dezembro em Belém, e foi anunciado por uma estrela ao Leste, que seria seguida por 3 reis magos para encontrar e adorar o salvador.

Tornou-se pregador aos 12 anos, e aos 30 foi batizado por João Batista, e assim começou seu reinado. Jesus teve 12 discípulos com quem viajou praticando milagres tais como curar pessoas, andar na água, ressuscitar os mortos, e foi também conhecido como o “Reis dos Reis”, “Filho de Deus”, a “Luz do Mundo”, “Alfa e Ômega”, “Cordeiro de Deus” e muitos outros.

Depois de traído pelo seu discípulos Judas e vendido por 30 pratas, é crucificado, colocado num túmulo e 3 dias depois ressuscita e ascende aos céus.

Continue lendo:
Sol, o Deus. Jesus, a farsa. (Parte 2)




  1. 1 WALTER MANOCCHI 3-9-2010

    OU O HOMEM CRIOU DEUS
    Homo Sapiens Sapiens ( cro –magnon)= de 10 a 35 mil anos;
    OS AUSTR0LOPITHECUS, OS CRO- MAGNON, O HOMEM ERECTUS, O HOME SAPIENS E OS HOMENS SAPIENS SAPIENS
    FOI O HOMEM QUE CRIOU DEUS
    Segundo os estudos da ciência em paleontologia e antropologia, as espécies humanas
    São classificadas em anos da seguinte forma:
    Australopithecus = de 1 a 3 milhões de anos;
    Homem Erectus = de 200. mil a 1.5 milhões de anos;
    Homem de Neandertal de 300.000 mil anos a 29.000
    Homo Sapiens primitivo = 200 mil anos;
    Homo Sapiens Sapiens (os CRO-magnos) = de 30 a 70 mil anos;PRIMITIVO, eram nomandes, andavam de lugar para lugar em busca de caça e não tinham lugar fixo de moradia e também não tinham capelas, religiões, cultos, ritos e santuáros.
    Eles não enterravam seus mortos, há indícios de que algumas tribus eram antropofágicas.
    De acordo com achados paleotologicos e antropológicos os primeiros sinais de enterro e rituais fúnebres, foram registrados com o Homo Sapiens Sapiens ( cro-magnon 30 mil anos).Foi nesta época tamben que ele começaram a usar as mãos para pegar as coisa e aprenderam a se comunicar, usando a bôca precariamente ainda. Os enterros se iniciaram porque, antes eles deixavam os corpos em qualquer lugar e os animais ferozes se aproximavam para devorar os corpos, e atacavam os homens, mulheres e crianças
    Portando de forma cientifica, nossos antepassados não tinham Deus da forma como é descrito hoje. Como eles temiam as forças incontroláveis da natureza, eles começaram a se apegar no Deus Lua, Deus SolD Deus trovão, Deus raio etc.eu. posteriormente vei outras Deuses, com os egipsios, Fenicicios, Nordicos e Gregos Romanos. Somente em 1.500 AC é que um picareta chamado móises disse que supostamente teria conversado com esse Deus conhecido hoje.
    Portando fica transparente que o Homem criou Deus, como é visto hoje, a aproximadamente 3.500 mil anos.passados.

  2. 2 Discipulo 5-9-2010

    Olá,

    Esta cópia do filme Zeitgaist é a prova do ateísmo fundamentalista, que não não busca evidências cientificas e sim utiliza de sofismas para atacar a fé em Jesus, utilizando-se da sua “fé” ateísta.

    Se você pretende realmente ser imparcial deveria ter validado tudo que viu no filme Zeitgaist e não propaga-lá como verdade, é uma pena que alguns não ousaram ter um relacionamento com Deus ou atribuíram a Ele a culpa por suas ou melhor nossas más escolhas como humanidade/sociedade.

    Vejam e provem, talvez ainda haja esperança.
    Horus

    – A mãe, Isis, não era virgem.

    – Não morreu crussificado, morte com crussificação só apareceu com os romanos.

    Morreu inoculado por um veneno de SET e ressucitou através do deus Rá.

    Referências : http://pt.wikipedia.org/wiki/Hórus

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Ísis

    http://www.rosanevolpatto.trd.br/deusaisis.htm

    Atis

    -Não era filho de Nana era filho e amante da grande deusa da fertilidade Cibele.

    Referencias : http://www.meiodoceu.com/mitologia_deuses_1.htm

    Foi inicialmente narrada pelo viajante e geógrafo grego PAUSANIAS, que viveu no SEGUNDO SÉCULO DEPOIS DE CRISTO! Sua estória sobre a vida de Attis foi fortemente influenciada pelo Cristianismo crescente, na época do Império Romano.

    1.) Attis não nasceu em 25 de Dezembro;

    2.) Attis não foi crucificado;

    3.) Attis não nasceu de uma virgem! Na verdade, nasceu de um ser meio hermafrodita, que comendo de determinado fruto engravidou trazendo-lhe à luz;

    4.) Attis não foi sepultado ressuscitando ao terceiro dia!

    Krishna

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Krishna#Nascimento_e_inf.C3.A2ncia

    Mithra

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitra_(mitologia)

  3. 3 Ricardo Monteiro 5-10-2010

    Discipulo;

    Sobre as referências.. no post 3 fica claro de onde foram tiradas:

    Fontes das 3 partes do artigo:
    – Carpenter, Edward: Pagan and Christian Creeds, DODO Press;
    – Frazer, James.: The Golden Bough, Touchstone, 1963;
    – Moor, Edward, The Hindu Pantheon, Simpson;
    – Acharya S.: The Christ Conspiracy, Adventures Unlimited Press, 1999;
    – Acharya S.: Suns of God , Adventures Unlimited Press, 2004;
    – Frazer, James.: The Golden Bough, Touchstone, 1963;
    – Acharya S.: The Christ Conspiracy, Adventures Unlimited Press, 1999;
    – Massey, Gerald.: The Historical Jesus and the Mythical Christ, The Book Tree;
    – Maxwell, Tice, Snow: That Old-Time Religion,The Book Tree;
    – Roy, S.B: Prehistoric Lunar Astronomy, Institute of Chronology, New Delhi, 1976 ;
    – Bonswick, James: Egyption Belief and Modern Thought;
    – Doane, Thomas: Bible Myths and Their Parallels in Other Religions;
    – Olcott, William Tyler : Suns Lore of All Ages, The Book Tree;
    – Zeitgeist, the Movie – Peter Joseph;
    – Hall, Manly P.: The Secret Teachings of All Ages, 1928;
    – Higgins, Godfrey: Anacalypsis, A&B Books;
    – Anderson, Karl: Astrology of the Old Testamate, Health Re;
    – Jackson, John: Christianity before Christ, AAP;
    – Campbell, Jospeh: Creative Mytholigy- The Masks of God, Penguin;
    – Churchward, Albert: The Origin & Evolution of Religion;
    – King James Version, The Holy Bible, Holman;
    – Budge. Sir. E.A. Wallis: The Gods of the Egyptions Vol I, Methuen and Co;
    – Churchward, Albert: The Origin & Evolution of Religion;
    – Allegro, John – The Dead Sea Scrolls and the Christian Myth, Prometheus Books;
    – Freke & Gandy: The Jesus Mysteries, Three Rivers Press;

    Não nasci com meu conhecimento, tive que ler, assistir artigos e acreditar em algo.
    Esse é um site pessoal e nele coloco minha visão e deixo aberto para comentários.

    Wikipedia não é uma fonte tão segura como você diz, mas respeito seu posicionamento.

    Minha idéia não é fazer ninguém se matar e sair a fora loucamente por acreditar no que aqui esta, coloco minhas idéias e posições.
    Não concordo em termos que aceitar somente um opção. Eu particularmente tenho a minha, você a sua. E assim o mundo continua.

    Abraço

    Att
    Ricardo Monteiro

  4. 4 Discipulo 5-12-2010

    Olá Ricardo,

    Como disse as referências citadas são as mesmas do filme Zeitgaist, qualquer pessoa pode conferir no final do filme.

    O objetivo do meu comentário é levar você e outras pessoas, que leem estes post, a procurar o contraditório e fazer critica a tudo aquilo que chega até as nossas mãos, pois o que tenho visto são pessoas que abração a visão do Zeitgaist para defender suas crenças ateístas, baseadas em uma estoria sofismática, que se exige fé para acreditar pela falta de evidencias, a mesma fé criticada.

    Obrigado pela oportunidade de expor minha opinião e encerro os meus comentários sobre este assunto e que cada leitor possa fazer a sua crítica.

    “EXAMINAI TUDO E RETEI O QUE É BOM” – Bíblia – 1 Tessalonicenses 5:21 (Apóstolo Paulo).

  5. 5 Luiz 6-3-2010

    Parabéns, realmente é difícil dialogar com fundamentalistas. Os ultrareligiosos, principalmente os crentes (protestantes) querem derrubar argumentos na base do “se você não acredita na Bíblia você arderá no fogo do inferno”, é a ideologia do medo, do ódio e da não razão. Amigo, religiões, controle social e analfabetismo filosófico sempre andaram de mãos dadas e são milhares, mas a razão é só uma. Parabéns por suas observações sobre o fanatismo desesperado. Realmente, “fé significa não querer saber a verdade”.

  6. 6 a verdade os libertara 7-4-2010

    Acho o filme muito bom, mais como muitas coisas na vida, são poucas as pessoas que entendem o seu significado, por exemplo, o autor do artigo acima diz “Jesus, a grande farsa”, em momento algum o filme nega a existência de Deus ou Jesus cristo (revejam, no começo ele diz “Eu sei o que o Deus não é” ), esse não é o objetivo, o que eles criticam são as instituições que nos manipula nos mostrando um Deus raivoso, enfurecedor e vingativo. Se vocês pegarem a bíblia, todas as citações relacionadas a inferno, não são ditas por Jesus propriamente e sim pelos próprios discípulos que assim como nós não entenderam o significado das palavras de jesus que no meu entendimento é o amor e tolerância entre os povos e nos mostrar como Deus realmente age.
    Acredito que tirar conclusões precipitadas sem investigação ( o mais engraçado é que a bíblia também diz isso, apesar deu achar a bíblia
    que foi manipulada com o tempo e ter perdido boa parte da mensagem original ), não nos torna diferente dos pastores, padres e seitas
    que roubam pessoas simples de pouco discernimento e manipulam a seus próprios interesses.

  7. 7 Saga 9-8-2010

    “Sobre as referências.. no post 3 fica claro de onde foram tiradas:”

    – Carpenter, Edward: Pagan and Christian Creeds, DODO Press;
    ATEU, recente

    – Acharya S.: The Christ Conspiracy, Adventures Unlimited Press, 1999;
    – Acharya S.: Suns of God , Adventures Unlimited Press, 2004;
    – Acharya S.: The Christ Conspiracy, Adventures Unlimited Press, 1999;
    ATEIA, recente, todos livros dela é a mesma coisa,

    – Massey, Gerald.: The Historical Jesus and the Mythical Christ, The Book Tree;
    ATEU

    – Zeitgeist, the Movie – Peter Joseph;
    ACHARYA S é a consultora de mitlogia desse filme.

    – Higgins, Godfrey: Anacalypsis, A&B Books;
    ATEU, aliado de GRAVES, a principal fonte de ACHARYA,

    – Campbell, Jospeh: Creative Mytholigy- The Masks of God, Penguin;
    Não é ateu, não compartilha a visão de Zeigeist, não prega a inexistencia de Jesus, fala da ideia dos ARQUETIPOS UNIVERSAIS.

    Século 18 e 19 essa ideia surgiu, Gerald Massey inventou essa história de Horus, Graves baseou-se nele mais tarde, ambos forma desmentidos na epoca e no incio do século XX ninguém mais dava atenção, Acharya copia ambos pegando ideias antigas e refutadas como se fossem novidades.

    O que se precisa é provar que Massey e seus discipulos como Acharya falam a verdade sobre o Mito de Horus.
    Que conseguir. Palmas.

    Já provaram que o cara era um amador e não tinah base alguma pra suas afirmações.

  8. 8 Sara Fernanda de Morais Máximo 10-30-2010

    ´´ola sou a Sara gostaria de expressar minha opinião sobre esse assunto. Nosso mundo tem vivido tempos de apostasia, incredulidade em algo sobrenatural(Deus).Antes de tudo isso que está acontecendo Deus já sabia que ia acontecer e queira as pessoas ou não acreditarem na existência de um Deus Soberano,Jesus Cristo morreu por nossos pecados e ressuscitou para demonstrar o amor de Deus sobre nós os pecadores.Sou evangélica sigo a Jesus o meu Senhor e Salvador.Minha vida se baseia em “a Fé é a certeza das coisas que se esperam(futuro)e a convicção de fatos que não se vêem(invisivel).Aceite a Jesus enquanto é tempo pois Ele está voltando mas acima de tudo Ele te ama.

  9. 9 Robson 11-1-2010

    Ola Ricardo
    acho que devemos considerar que o nascimento de Jesus não foi em dezembro pois em Lucas 2:8 diz: “Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam os seus rebanhos, durante as vigilias da noite.” Dezembro é tempo de inverno. costuma chover e nevar na região da Palestina (Confira na Biblia em Cantares de Salomão 2:11 e – Esdras 10:9-13). Consequentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigilias da noite. Naquela região as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. durante o inverno os pastores recolhem e guardam as ovelhas no aprisco… eles só permanecem guardando as ovelhas ao ar livre durante o verão! com certeza Jesus Cristo não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo.
    Nesta data de 25 de dezembro entramos na historia de Ninrode neto de Noé e sua mãe e mulher, então temos que observar a era de Babel que foi quando teve inicio a árvore de natal…

  10. 10 Zeh Ricardo 12-24-2010

    Só o posicionamento de Órion e Cão Maior, em 25 de dezembro já nos indica que o culto do Sol-Invictus é o mais antigo de todos. E para aqueles que estão atentos ao movimento celeste também aqui no hemisferios sul, o posicionamento destas contelações também apontam o nascimento do sol no tempo de solstício de verão.
    Enfim, a pascoa tbm não passa de um equinócio. Mas por que temos que adotar essa cultura se é só válida para o hemisferio Norte? Por que continuar dando crédito a um livro de fábulas que foi lapidado em 325dc., e ainda por cima com varias partes plagiadas dos egipcios e sumerios? Tudo tem ligação astrológica: tempo de equinócio, Solsticio de inverno no hemisfério norte.

    Segue o espirito de cegueira: Os teístas refutam o 1º tema de Zeitgeist, os politicos refutam a 2ª, e os bancarios a 3ª.

  11. 11 WALTER MANOCCHI 4-29-2011

    Gente! Não é possivel que em pleno seculo XXI, nós nos deparamos, com ingenuidades, como a crença em deus. Não resta a menor duvida que esses reliosos não leem artigos ciêntificos, ficando hipinotizados com lavagens cerabrais feitas por idiotas que dizem que a biblia é sagrada. Eu como materialista sou a favor do aborto só em certas circunstacias, como risco de vida da mães, ou problemas muito grave com o feto. Já os religioaos, são radicalmente contra dizendo que isto fere a palavra de deus. Então vejamos; Deus proibe o aborto, porem deixa milhões de crianças morrerem de fome, miséria, guerras, estupros e doenças. A igreja é tão mentirosa, mas tão mentirosa, que conseguiu preconceituosamente mudar a genetgica de cristo, pois os habitantes de belem eram morenos, olhos escuros ou castanhos escuros e cabelos escuros, Esses picaretas conseguiram mudar para, jesus branquelo,, olhos azuis ou verde e cabelos loiro. Outra deturpação foi a vilependiação feita em Madalena, Não existe um só documento dizendo que ela era prostituta. Prostituta mesmo, nós poderiamos dizer que foi Maria de Jóse, que traiu seu esposo com um soldado romano chamado de pantera. Se eu for aqui ficar falando dessas imbecilidades de deus, jesus(minuscula mesmo), abertura do mar, multiplicação de pães, milagres etc, vouu encher muitas e muitas paginas. Jamais vou ser idiota de não acreditar na ciência, e acredita em picaretas como moises e Cia Limitada.

  12. 12 Suely merlot 5-14-2011

    muito interessante

  13. 13 Yahoshafat Ben Yaacov 8-15-2011

    Shalom.

    Que a emet esteja conosco acima de todo e qualquer egocentrismo.

    MITOLOGIA X VERDADE

    Nesse estudo aqui elaborado em pesquisas bíblicas históricas e recentes, vamos comparar esses dois quesitos ao petróleo e ao manancial de águas limpas. O que acontece quando esses dois elementos se juntam? a água torna-se contaminada por perder a sua natural qualidade.
    Tendo observado alguns videos produzidos por Academos e escritos vários deixados por historiadores renomados, utilizarei alguns de seus informativos como ponto de partida de um pano de fundo a ser mostrado.
    Muito antes do início da era cristã, antigos povos adoravam ao sol o tendo por um deus crendo que sem ele não haveria colheita e nem vida na terra. Até aí, a forma de pensamento dessa gente antiga estava correta, porque sem a presença da luz desse astro esse mundo em que vivemos não poderia ter sobrevivência. Muitos mitos no passado foram rotulados com a visão solar.

    HOROS DO EGITO – ATTIS DA PIRÍGIA – DIONYSUS DA GRÉCIA – MITRA DA PÉRSIA – E OUTROS AQUI NÃO MENCIONADOS.

    Todos esses têm uma história mitológica ímpar: nasceram de virgem, em 25 de dezembro, e cada um deles foi venerado por seus adeptos como um deus ou messias protetor e salvador. Dessa linhagem surgiu também o mito Iesus (Jesus), nascido de uma virgem, em 25 de dezembro, que se despontou como principal salvador do sistema religioso romano e de todo o cristianismo que se tornou enxerto dessa árvore mito – idolátrica. O que isso tem a ver, pelo lado da justa causa, com o justo Mashiach profeticamente prometido? Jogar o petróleo na água é fácil; difícil é tirá-lo para que a água continue limpa.
    No livro de SABEDORIA que se encontra na Tradução Católica, considerado apócrifo pelo cristianismo adjacente ao religioso corpo vaticanista, se ver a seguinte mensagem.

    “São insensatos por natureza os que desconheceram a Deus, e através dos bens visíveis, não souberam conhecer Aquele que é, nem reconhecer o Artista, considerando suas obras.Tomaram o fogo, ou o vento, ou o ar agitável, ou a esfera estrelada, ou a água impetuosa, ou os astros dos céus, por deuses, regentes do mundo. Se tomaram essas coisas por deuses, encantados pela sua beleza, saibam, então, quanto seu senhor prevalece sobre elas, porque é o criador da beleza que fez essas coisas. Se o que os impressionou é a sua força e o seu poder, que eles compreendam, por meio delas, que seu criador é mais forte; pois é a partir da grandeza e da beleza das criaturas que, por analogia, se conhece o seu autor”. SABEDORIA 13: 1 – 5.
    (TRADUÇÃO DOS ORIGINAIS mediante a versão dos monges de Maredsous (Bélgica).

    “Estudos indicam que esse livro foi escrito por um judeu de Alexandria, por volta dos últimos decênios do século I AC. Alexandria era um importante centro político e cultural grego, e contava com cerca de 200.000 judeus entre seus habitantes. A cultura grega, com suas filosofias, costumes e cultos religiosos, além da hostilidade que, às vezes, incluia perseguição aberta, constituíam uma ameaça constante à fé e à cultura do povo judaico que habitava no Egito. Para não serem marginalizados da sociedade, muitos deixavam os costumes e até mesmo a fé, perdendo a própria identidade para se conformar a uma sociedade idólatra e injusta.
    O autor, profundamente alimentado pelas Escrituras e pela consciência histórica do seu povo, enfrenta a situação, escrevendo um livro que procura de todos os modos reforçar a fé e ativar a esperança, relembrando o patrimônio histórico-religioso dos antepassados. Ele ensina a verdadeira sabedoria que conduz a uma vida justa e à felicidade. Não se trata da cultura que se conquista pelo pensamento, mas da sabedoria que vem de Deus, opondo-se à idolatria e à vida injusta que nasce dela. Esta sabedoria divina guiou magistralmente a história do povo de Deus, revelando que a verdadeira felicidade pertence aos amigos de Deus. Em outras palavras, o autor quer mostrar que a sabedoria ou senso de realização da vida não é apenas um fruto do esforço do homem, mas é em primeiro lugar um dom que Deus concede gratuitamente aos seus aliados”.
    (Wikpédia, a Enciclopédia Livre).

    Esse sábio yhudih (judeu) que viveu em Alexandria por volta do século I aec., tinha o sol na qualificação de um Elohym (D’us)? Jamais, pois o seu justo ensinamento mostra que sol, lua, estrelas, tudo foi criado por um ser superior a todas essas coisas. Se a Bíblia, ao todo, é um livro astrológico, então “seus autores” esqueceram de excluir esse texto inverso.
    O sábio que aqui se pronunciou, demonstra que tinha o sol como criatura e não como criador ou salvador. A presença do culto idolátrico de adoração ao sol encontrava-se no Egito, e isso, sem sombra de dúvida, lhe causava grande preocupação devido a convivência de seus irmãos dentre o sistema pagão ali regente. Com essa preocupação buscou sabiamente admoestá-los, a que sempre permanecessem no culto de adoração ao Criador e não à criatura. Que posso dizer desse escrito bíblico? Perante a cegueira, uma visão permanece.

    “O filósofo grego Anaxágoras, que viveu de 500 a 428 a.C. dizia mais ou menos a mesma coisa em equivalência com a teoria da Big Bang, ressalvando, porém, que a matéria é incapaz de se mover por si mesma, constituindo a Inteligência o princípio do movimento que a anima e dá a ordem que ela tende a consolidar. A inteligência – para o filósofo – é simples, indivisível, sem parcela de qualquer coisa; tem dois atributos fundamentais, que são o conhecimento e o movimento; preside a revolução dos astros e a circulação universal; envolve e domina o mundo. Assim, os objetos teriam tomado sua forma por intermédio de um espírito modelador, ou inteligência, que permanecia sempre idêntico a si mesmo; era infinito e imaterial, independente de tudo o mais e todo-poderoso”.
    (www.fernandodannemann.recantodasletras.com.br)

    Se as teorias referentes à criação do Universo, de modo geral, estivessem em harmonia com Anaxágoras, teriam já se resumido no justo reconhecimento da existência de uma invisível inteligência, que se acha posicionada acima de qualquer imaginação humana. Quaisquer definições bíblicas vindas de uma ideologia científica filosófica ou mesmo teológica, são apenas fragmentos de uma História cujo princípio se revela através dos tempos, na conclusão de uma frase: “Bereshit bará Elohim et hashamain vet haárets”. (No princípio criou Deus os céus e a terra).
    Dona de uma incalculável riqueza, essa frase por vezes questionada traz na sua estrutura uma superiora fonte de elaborações, por onde a transparência, muitas vezes, se tem tornado incógnita diante das muitas especulações em seus compostos ângulos. Não é difícil se aproximar desse rico tesouro, desde que a limitada sabedoria humana se contente com sua findável condição carnal, tendo sempre consciência de sua inferioridade perante o autor e Adon de tudo quanto foi criado. Aquele que assim procede não se deixa desviar do caminho da prudência.
    Parabéns ao grande pensamento filosófico de Anaxágoras por reconhecer na explosão, evolução, formação universal a presença única de um ser Poderoso, modelador, que idealizou e concluiu por si só a imensa obra universal.
    Enquanto a filosófica sabedoria desse personagem, no passado, tinha esse sábio conceito, cientificamente nos dias de hoje o mesmo se encontra escasso. Se muitas mentes continuam vazias no que diz respeito a isto, fico feliz por saber que numa mente vivida por volta de 500 a 428 a. C. esse prudente reconhecimento já existia, dando crédito a um poderoso e único comando.

    O PETRÓLEO LANÇADO NA ÁGUA

    Dando prosseguimento aos termos lendários de: HOROS DO EGITO, ATTIS DA PIRÍGIA, DIONYSUS DA GRÉCIA E MITRA DA PÉRSIA, vemos nos dias de hoje a criação de um novo Mito: O Jesus Cristo do cristianismo romano e do seu enxerto.
    Através da História temos conhecimento que Roma, em séculos passados, pertenceu à linhagem real dos Césares: Augvstvs Caesar (Augusto César); Tibérivs Caesar (Tibério César); e tantos outros. No entanto, por meio de astuciosos planos religiosamente bem organizados o poder dos Césares caiu, surgindo depois, com o passar do tempo, um novo reino em forma de país independente que veio a ser chamado de Vaticano.
    A História mostra que Roma sempre teve sua crença fundamentada em cultuações idolátricas, nas quais vários deuses eram honrados, sendo até mesmo o imperador acolhido por um desses. Com a chegada do reinante domínio papal todos esses ídolos foram banidos, para em lugar deles, em um poder mundialmente superior, surgir outro que haveria de ser honrado por quase todas as nações da terra. Quem seria esse? Numa exegese lógica nas profecias, a resposta será vista.
    Se referindo a um rei não condecorado, em 11: 38 de sua mensagem Daniel disse: “E a um deus a quem seus pais não conheceram honrará com ouro; com prata; com pedras preciosas e cousas agradáveis”. Qual nome, todos os dias, é honrado nos crucifixos de ouro; de prata; nos para choques dos carros; dentro dos bares; nos festejos mundanos; não é o nome Iesus (Jesus)? Esse é o deus mencionado na profética visão de Daniel, cujo nome e poder vêm da Babilônia mística (Roma) e não do Altíssimo. Aos que mancham a água com petróleo, uma pergunta: Onde, dentro desse contexto, se enquadra profeticamente o prometido Mashiach de Ysrael? As equivalências históricas respondem.

    “A data de nascimento do filho de Yosef e Míriam é muito discutida. Devido a falhas do calendário há quem diga que ele nasceu por volta do ano 6 da ec. Porém, considerando que tal fato aconteceu antes da morte Herodes, isto coloca-nos numa data anterior a 4 a.e.c.
    Outra ajuda que temos para facilitar a localização desta data foi que esta ocorreu, quando Yosef foi a Belém com sua família para participar do recenseamento.
    Os romanos obrigaram o recenseamento de todos os povos que lhes eram sujeitos a fim de facilitar a cobrança de impostos, o que se tornou numa valiosa ajuda na localização temporal dos fatos, uma vez que ocorreu exatamente 4 anos antes da morte de Herodes, no ano 8 aec.
    Entretanto, os yhudim (judeus) tomaram providência no sentido de dificultar qualquer tentativa por parte dos ocupantes em contar o seu povo, pelo que, segundo a história, nas terras judaicas este recenseamento ocorrera um ano depois do restante império romano, ou seja, no ano 7 aec. Em Belém, o recenseamento ocorrera no oitavo mês, pelo que se concluiu que, o filho de Yosef nascera provavelmente no mês de Agosto do ano 7 aec.
    Outros fatos também ajudam a estimar a data exata. Conforme é relatado pelos textos bíblicos, no dia seguinte ao nascimento do Messias, Yosef (José) fez o recenseamento da sua família, e um dia depois, Míriam (Maria) enviou uma mensagem a Elisheva (Isabel) relatando o acontecimento.
    A apresentação dos bebês no templo, bem como a purificação das mulheres teria de ocorrer até aos 21 dias após o parto. Yaheshuah foi apresentado no templo de Zekaryah (Zacarias) segundo os registros locais, no mês de setembro, num sábado. Sabe-se que setembro do ano 7 aec. Teve quatro sábados: 4, 11, 18 e 25. Como os censos em Belém ocorreram entre 10 e 24 de agosto, o sábado de apresentação seria o de 11. Logo, o Mashiach teria nascido depois de 21 de agosto do ano 7 aec”.
    (Fonte: Wikpédia, a Enciclopédia livre).
    (OBS. Esse informativo passou por algumas modificações nominais e ortográficas, inalteráveis à sua objetividade).

    COMEÇANDO A TIRAR O PETRÓLEO DA ÁGUA

    II – Shemuel (Samuel) 7: 12 – O Mashiach prometido, segundo a carne, haveria de vir das entranhas de Davi. Isso significa que haveria de ser gerado pelo espermatozóide davídico. Para quem ainda não sabe, vir das entranhas significa brotar de dentro. Isso teria que acontecer quando Davi já estivesse no pó da terra, reunido a seus pais. Portanto a mensagem profética não equivale à Shlomon, lógico, porquanto esse gerado já estava. Também, seu reino não se firmou conforme a promessa, sendo mais tarde dividido, enquanto que a kadosh (santa) revelação mostrou um descendente a reinar sobre um trono eterno. Esse, não veio de virgem, mas dos filhos de Davi conforme a linhagem. Observem I – Crônicas 17: 11.

    AS CONTRADIÇÕES

    O verdadeiro: Segundo a carne veio gerado por um dos descendentes de Davi, sendo broto do espermatozóide davídico. O outro, o d’us sol do cristianismo romano, nasceu de mulher virgem, gerado pelo “Ruach Kadosh” (Espírito Santo). O verdadeiro: Nasceu no mês de agosto do ano sete (7) aec. (antes da era comum). O outro nasceu em 25 de dezembro, cerca de sete anos após o justo prometido ter nascido. O Davídico: Recebeu no seu nome a palavra hebraica shuah, que significa salvação. O outro, criado pela profanação romanista, recebeu no seu nome a palavra hebraica sus, que nessa língua significa: Cavalo”. Portanto, Senhores “Academos Astrólogos”, Não lancem mais petróleo na água, mas, comecem a tirar o que já foi lançado.
    Se existe imperfeição na narrativa, por certo ela provém da própria influência de seu narrador que não consegue, em sua jornada dedutiva, detectar os caracteres de uma originalidade pré-estabelecida. Se a incompatibilidade faz parte do idealismo, esse condignamente não se adentra aos termos essenciais dos fatos. Como acreditar, então, em tudo que nos tem sido mostrado? E, se a retidão se acha no incorreto e esse dentre a retidão, como duvidar, então, de tudo que temos visto e ouvido? Só nos resta uma saída: quando, por meio da prudência, aprendermos a separar o joio do trigo e o peso da medida, não há dúvida de que a colheita não se perderá e a balança não será tida por injusta.

    EXISTE UMA SEGUNDA VEZ

    Mosheh (Moisés) recebeu as duas tábuas de pedra escritas por YHWH, nas quais foram gravados os Dez Mandamentos. Por causa dos pecados de muitos de Ysrael, essas foram quebradas pelo próprio profeta. Que aconteceu depois? Novamente YHWH fez os mesmos escritos pela mesma forma. Se não existe uma segunda vez para quem já veio, como fica, então, a situação desse fato testemunhado pelo fiel profeta? A Lei escrita nas tábuas de pedra veio duas vezes.
    Elyahu tendo sido profeta de YHWH, veio em carne, osso e sangue, num corpo mortal. Se não existe uma segunda vez, como poderá, então, ele retornar? Que haja explicação para isto por parte dos entendidos.
    Todos os que andaram com YHWH, que adormeceram para se juntarem aos pais no pó da terra de onde todos vieram, vão retornar, conforme se pode ver no livro de Ezequiel 37: 12, 13, 14, para tomar posse da terra prometida. Se não existe uma segunda vez, como retornarão? Por tudo isto, o Mashiach virá uma segunda vez, para destruir os ímpios e salvar os eleitos, o Ysrael natural composto do enxerto.
    Elyahu vem uma segunda vez para converter os corações dos pais aos filhos e dos filhos aos pais, porque na primeira isso não estava determinado para que ele pudesse assim fazer. Que YHWH dê visão para todos. Amein.

    “E olharão para mim, a quem traspassaram; e o prantearão como quem pranteia por um unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito”. Zekaryah (Zacarias) 9: 10.

    E OLHARÃO PARA MIM A QUEM TRASPASSARAM: י ה ו ה (YHWH) fazendo referência ao seu nome, que foi traspassado naquele que foi morto e que reviveu.
    Assim, os que não têm a visão da obra maravilhosa e assombrosa que foi feita por YHWH, para confundir a sabedoria dos sábios e a prudência dos prudentes, verterão lágrimas de arrependimento por terem rejeitado o prometido. Se não existe uma segunda vez, então Elyahu não virá, porquanto já veio. E a Palavra profética de YHWH no livro de Melakyah (Malaquias) 4: 5, em que situação há de ficar? Ó YHWH! Abre os olhos e o entendimento dessa gente. Amein.

    BARUCH RABÁ B’ SHEM י ה ו ה.

    Atenciosamente,

    Yahoshafat Ben Yaacov.

  14. 14 Alysson Leite 11-25-2011

    Acho isso realmente uma grande mentira. Que provas reais você tem da existência de um semi deus chamado jesus? Pode talvez existir de um homem, mas não desse tal. Tudo um amontoado de especulações, suposições. Mais válido é acreditar em si mesmo, fazer o bem e viver em paz com seus semelhantes. Você não precisa de uma entidade chamada deus para ser honesto, fazer caridades, ser um bom pai, bom marido, bom filho, não precisa ser religioso ou alienado para saber o que é cero ou errado, você não precisa de um suposto ser que é o mais falho de todas as ideias existentes ou de uma ideia egoísta de que você vive sob a minha lei ou te mando a um lugar de sofrimento. Vi o filme achei uma merda – A cada época existiu uma divindade, uma crença que afunilou o pensamento do homem. Espero sinceramente que isso acabe.

    Ah “ateus” assim como “não ateus” fizeram coisa espetaculares pela humanidade, mas antes de fazê-los ambos duvidaram da existência de uma ideia fraca e inconsistente chamada deus…Se vivêssemos pelo livro bíblia ainda seriamos macacos e acreditaríamos em um monte de baboseira.

  15. 15 Demivan 1-3-2012

    Jesus Cristo nem sequer nasceu no dia 25 de dezembro! Quando Ele nasceu “Haviam pastores no campo, que velavam e guardavam seus rebanhos durante as vigílias da noite” (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia no mês de Dezembro. Os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de Outubro e os guardavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas. A Bíblia mesmo prova, em Cantares 2:11 e Esdras 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos à noite no campo.
    “Era um antigo costume dos judeus daqueles tempos levar seus rebanhos aos campos e desertos nas proximidades da Páscoa (em princípio da primavera) e trazê-los novamente para casa ao começarem as primeiras chuvas”. (Adam Clark Commentary, vol.5, página 370).

    É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).

    Qualquer enciclopédia ou outra autoridade pode confirmar o fato de que o Senhor Jesus não nasceu em 25 de Dezembro. A Enciclopédia Católica o disse claramente. A data do nascimento do Senhor Jesus Cristo é totalmente desconhecida. Isto é reconhecido por todas as autoridades.

    Com respeito a morte de Jesus, no capítulo 14 de João, vemos que Ele tinha por objetivo remover os obstáculos que O impediam de vir habitar em nós. A redenção não foi para preparar-nos um lugar nos céus, mas um lugar em Deus. Naturalmente, o céu é uma realidade, mas ele começa hoje quando somos inseridos em Deus.

    Mas como pecadores podem chegar a Deus? Os nossos pecados, a carne e o ego são obstáculos para isso. Esse é o motivo pelo qual um trabalho de preparação foi necessário. O Senhor teve de ir, não para o céus, mas para a cruz, para remover todo o impedimento. Por sua morte e ressurreição, o Senhor abriu o caminho e preparou o lugar para que pudéssemos ser introduzidos em Deus. Desde que creiamos no nome do Senhor Jesus Cristo, temos um lugar em Deus. Estar em Deus, então, torna-se estar no Corpo de Cristo, o qual é a habitação de Deus.

    Após termos sido salvos e regenerados, estamos em Deus e em Cristo (1Jo 4.13). Deus e Cristo são o nosso lugar de habitação, e nós nos tornamos o Seu lugar de habitção (Jo 14.23).

    Entendam uma coisa! No evangelho de João ele começa dizendo que ” No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus”. “Verbo” no original é logos, que significa “palavra”. Portanto palavra é o que define, expressa e explica alguma coisa. Jesus é a definição de Deus, a expressão de Deus e explicação de Deus. Jesus é Deus definido, expresso e explicado. O que de Deus se pode conhecer, nós conhecemos por meio de Jesus Cristo.

    Quando Jesus respondeu a Tomé que Ele era O caminho, A verdade e A vida, Ele disse que ninguém “vem” ao Pai, e não que ninguem “vai”, mostrando que Ele já estava no Pai. E que por outro lado, Ele precisava ir para o Pai. Isso aponta para a Sua morte e ressureição, Isto porque havia uma grande distância entre nós e Deus, e o caminho era cheio de obstáculos. Assim Ele veio construiu uma estrada, aterrou os abismos, cortou as montanhas, construiu as pontes e pagou todos os pedagios, depois colocou nos em Si mesmo, como um grande ônibus, e nos levou ao Pai. Jesus é o caminho; e o Pai, o destino.

    O que vemos na palavra de Deus é que Ele não requer um cordeiro, nem o pão da vida. O que Ele oferece é o próprio Cristo como Cordeiro e Pão da Vida. Também vemos que Deus não provê apenas o caminho, a verdade e a vida. Ao longo da Palavra, vemos apenas um fato monumental: Cristo é todas estas coisas.

    A intenção de Deus não é nos dar diversas coisas, antes, Ele quer nos dar Cristo. O Senhor Jesus veio para definir, expressar e explicar Deus. Ele é a exata expressão de Deus. Devemos ser contra tudo que é da religião, pois a religião é inimiga de Cristo, foi ela, e não os políticos, que crucificou o Senhor.

    Precisamos lembrar que Jesus veio para ser nossa vida, luz, pão, água, verdade, caminho, porta e tudo mais que necessitarmos. Mas Ele somente poderia liberar essas coisas a nós depois que passasse pela morte e ressurreição.

    O propósito de Deus era fazer-nos filhos, mas Ele só poderia fazer isso vindo morar em nós. No entanto, como morar numa casa suja e cheia de hóspede? Para isso Jesus tinha de morrer. Depois de Sua morte, Ele se tornou a nossa vida dentro de nós e, assim, nos fez filhos de Deus. A vida cristã consiste em termos Cristo como nossa vida. Na cruz Ele nos substituiu para nos salvar, mas agora Ele deve nos substituir no dia a dia para fazermos a vontade de Deus!!!!

    E termino com a palavras de Jesus Cristo: Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele. (Jo 14-21),

  16. 16 Ateu, graças a deus 1-16-2012

    Pô, esse texto é a exata transcrição da 1ª parte do Zeitgeist!!!
    Se eu quiser ver isso, vejo o filme!!!
    Vim ler o texto achando que ele traria informações adicionais.
    Concordo quando dizem que as afirmações do filme não podem ser tomadas como verdades absolutas sem ao menos citar a fonte, mas acho ridículo querer desacreditar o filme todo somente por causa disto. O filme abrange muito mais do que a existência ou não de Jesus Cristo (que para mim é tão real quanto Papai Noel ou Coelhinho da Páscoa).
    Mas como estava dizendo, comecei a ler o texto na esperança de que este fosse uma das tais fontes.
    Agora, criticar o filme por dizer que este não tem fontes e contra-argumentar em cima de artigos do Wikipédia… Dude, seriously??? Are you retarded???

  17. 17 Guilherme Macedo 2-1-2012

    Excelente post! Vi uma matéria completa sobre isso no History Channel tempos atrás. Pena que isso não é propagado.

  18. 18 Anonimo!! 5-15-2012

    Isso tudo é uma farsa!!! Não Acreditem nesses Hipócritas!!
    Confesso que a primeira vez em que assisti ao documentário Zeitgeist fiquei pasmo. Ateu, sempre busquei uma justificativa para a minha postura e o filme “excluía” qualquer possibilidade de réplica. Mas, não durou muito até que meu ceticismo começasse a incomodar. Os argumentos estavam muito redondos, a abordagem era muito simétrica, algo estava errado. Se fosse tudo tão simples inúmeros historiadores e ateus já teriam descrito isso antes. Nenhuma palavra sobre tais assuntos em toda a obra de Nietzsche, nem de Voltaire, nem de Freud, nem de Sartre, Heidegger ou mesmo dos movimentos ateístas – que coincidentemente agora usavam o documentário como prova.
    Muitos dos fatos citados tinham um embasamento real, e isso dava credibilidade à história. Muito daquilo eu já conhecia, mas percebi que eu tenho uma deficiência que costumo chamar de síndrome do conhecimento fragmentado, que é o mesmo que saber um pouco sobre muitas coisas, mas, nunca se especializar em nada.
    Resolvi pesquisar e logo de cara descobri que Krishina era o oitavo filho da princesa Devaki. Perceberam? Oitavo filho. Como poderia ser virgem se já estava no seu oitavo parto?
    Tudo bem. Vamos verificar Hórus. Eu sabia que existia uma associação entre a imagem de Isis amamentando Hórus e a virgem Maria com o menino Jesus no colo. A lenda contava que Osíris, pai de Hórus havia ressuscitado. Resolvi então comprar alguns livros sobre mitos egípcios. Não achei nada do que eu queria publicado em português, tive que comprar alguns livros importados. Aqui vai a lista para quem tiver interesse: Encyclopedia Mythica: Horus, Egyptian Mythology: Horus, The Eye Of Horus, Horus: He Who Is Above. Se alguém quiser uma referência imediata, clique aqui.
    Bem, após quase dois anos de esforço começo a apresentar os primeiros resultados:
    A mãe de Hórus não era virgem. Ela era casada com Osíris e não há nenhuma indicação de abstinência sexual em seu casamento. A história do nascimento de Hórus realmente alega que ele foi concebido “miraculosamente”, porém, a história diz que Seth tinha matado Osíris e despedaçado o corpo em 14 pedaços que foram espalhados pelo Egito. Isis juntou os pedaços de Osíris, mas não achou o pênis dele, daí Isis fez um, com as suas próprias mãos, e consumou o ato sexual (era uma vez a virgindade!). Sendo assim, vemos que a concepção foi “milagrosa”, mas virgindade ?
    O nome da mãe de Hórus era Isis. E apenas Isis. Em nenhum lugar ela é chamada de “Isis-Meri”, como sugere o autor do documentário.
    A lenda diz que Hórus nasceu no último dia do mês egípcio do “Khoiak”, ou seja, no nosso dia 15 de Novembro e não no dia 25 de Dezembro.
    Hórus não nasceu numa caverna nem numa manjedoura. Ele nasceu num pântano.
    O nascimento de Hórus não foi anunciado por nenhuma estrela…
    Não havia três reis magos presentes no nascimento de Hórus. A propósito: Nem no nascimento de Jesus! A Bíblia nunca deu nenhum número e apenas se refere a “homens sábios” que visitaram a casa de Jesus (em Nazaré) e não a cena do nascimento (em Belém). Pelo fato do menino Jesus ganhar três presentes: incenso, ouro e mirra, convencionou-se após o século VI que seriam três os visitantes.
    Quanto ao 25 de dezembro, também não existe nenhuma referência na Bíblia, mas qualquer cristão com instrução mediana sabe que isso foi uma convenção da igreja católica. Essa data era a comemoração do deus sol e a igreja achou que através do sincretismo, associando o deus sol a Jesus, conseguiria fazer com que os fiéis esquecessem-se dos mitos antigos e se apegassem aos novos.
    Sobre a história que Hórus aos 12 anos ensinou no Templo, desapareceu por 18 anos, foi batizado aos 30 anos, bem, Hórus nunca ensinou em templo nenhum e nem nunca foi batizado. Não encontrei uma única referência sobre isso.
    Sobre o fato de ele ter sido batizado por Anup tal qual Jesus foi batizado por João Baptista, em nenhum lugar a lenda de Hórus se refere a batismo algum. Também não existe o personagem “Anup” na lenda.
    Hórus só tinha 4 discípulos e não 12. Eram chamados de “Heru-Shemsu”. Existe outra referência a 16 seguidores e a um grupo maior de guerreiros chamados “‘mesnui” que se juntavam a Hórus nas batalhas, mas esses nunca foram contados. Não existe nenhuma referência a nenhum “Anup” ou “Aan”. Cai por terra a história das doze casas do zodíaco. Falando nisso, Zodíaco é outra parte que gostaria de abordar aqui também, mas deixem-me terminar esta parte primeiro.
    Hórus fazia “milagres”, afinal de contas, era um “deus” e até onde eu saiba todos os deuses fazem milagres. Mas, Hórus nunca exorcizou demônio nenhum em sua lenda. Outro “problema”: Hórus não ressuscitou ninguém, ele simplesmente “conduziu” seu pai, Osíris à “pós-vida”, ou existência após a morte na qual os Egípcios acreditavam.
    Não é citado em nenhum lugar que Hórus andou sobre as águas.
    O documentário também diz que Hórus era conhecido como “Iusa” que significa “o caminho”, ou “o pai”. Ou como o “messias”, “filho do homem”, “pastor”, etc.
    Nunca ninguém foi conhecido como “Iusa”, já que a palavra não existe em Egípcio. Os únicos títulos dados a Hórus eram de “grande deus”, “chefe dos exércitos”, “mestre dos céus”, “mestre fúnebre” e “vingador de seu pai”. Nenhum outro título aparece na mitologia Egípcia.
    Deu um sermão na montanha.
    Isso também não existe na lenda de Hórus.
    E sobre ser crucificado entre dois ladrões, enterrado por três dias numa tumba e depois ressuscitar?
    Hórus nunca foi crucificado. Uma das versões da lenda diz que ele foi cortado em pedaços e jogado na água. Isis pediu a um crocodilo (é isso mesmo!) que juntasse os pedaços de Hórus, que não ressuscitou, mas, como no caso de Osíris, passou à “pós-vida”, ou existência após a morte na qual os Egípcios acreditavam.
    Outro argumento interessante é que Jesus simbolizaria a era de peixes. Bem, as iniciais da expressão “Jesus Cristo Salvador Filho de Deus” em grego (Ἰησοῦς Χριστός, Θεοῦ Υἱός, Σωτήρ) formam a palavra “PEIXE” (ΙΧΘΥΣ).
    Ao contrário da tradição Hebraica, não havia nenhuma “lei” (previsão) que deveria se tornar realidade na tradição Egípcia. Mas, existem semelhanças.
    As divindades egípcias carregavam (na mão) o “Ankh” a “chave da vida” ou “chave do Nilo”. O Ankh não é o símbolo de Hórus e aparece nas mãos de diversas outras divindades mitológicas. Apesar de ter certa semelhança com a cruz cristã não há nenhuma relação direta.
    O zodíaco que quer dizer ‘caminho dos animais’ foi criado pelos gregos, há quase dois mil anos. Os 12 signos passaram a representar, então, características da personalidade humana.

  19. 19 WALTER MAOCCHI 7-7-2012

    Lamento que ainda existam pessoas bitoladas e só aceitam as mentiras religiosas, Não sei que idade essas pessoas tem, mas nos meus 78 ano, vivi e aprendi, raciocinando as razões e as verdade dos fatos que comprovam ou não compravam alguma coisa. Não perco meu precioso tempo, lendo ou ouvindo historinha da caronchinha. Para comprovar que eu estava e estou no caminho certo siga o que vai abaixo;
    BOLSÃO DE HIGGS
    A falta de argumentos dos religiosos para a comprovação factual da existência de deus, os leva a um buraco negro de ignorância e incompetência de pensar racionalmente. Com a descoberta da partícula Bolsão Higgs, embora ainda seja uma teoria com 99,9% de possibilidades de certeza de ser comprovada fisicamente, novamente vem os religiosos criticarem ou tentarem fazer uma conexão esdrúxula e mentirosa das descobertas da ciência com deus. Isso se torna uma indecência total, uma tremenda falta de caráter e vergonha na cara. As historinhas mentirosas contadas por um bando de ignorantes e imbecis de antigamente, e a incapacidade do ser humano em entender a formação do universo, da natureza e do ser humano criaram deus. Esta descoberta, ao contrario do que os religiosos tentam desvirtuar, levando para outras mentiras levianas, comprovam a inexistência de deus. Mais cedo ou mais tarde os religiosos vão ter que engolir as realidades de tudo no universo e também engolir enroscado nas gargantas as mentiras religiosas. Esta minha critica é direcionada aos religiosos comuns, mas muito mais, aos comerciantes e estelionatários lideres religiosos, que fazem lavagens cerebrais nas crianças e nos adultos. Todos esses dogmas impostos pelas religiões, principalmente a católica e a evangélica não passa de uma prepotente e violenta vontade de ganância e poder e riqueza. O que me deixa mais perplexo, é que os religiosos, começam a bombardear com criticas mais um avanço da ciência. Mas está bem claro o porquê disto, é que a cada vez que a ciência progride e vai derrubando mitos e lendas religiosas, mas vai caindo o poder dos parasitas lideres religiosos. Provando a inexistência de deus, quem vai manter o Vaticano, o Bispo Macedo e todos os outros lideres picaretas religiosos? Tenho 78 anos, e já nos meus 25 anos, eu previa que no maximo em 100 anos as religiões cairiam pelas suas próprias mentiras ou por provas concretas de suas mentiras.

  20. 20 Márcio 8-28-2012

    Sempre fui fascinado por teologia, embora ainda não tenha tido a oportunidade de fazer um curso desses. Procuro sempre ser crítico pois vejo todas as diferentes religiões da Terra como uma coisa só: Uma tentativa de explicar o inexplicável através de seres mitológicos. Não estou, com isso, afirmando que estes seres mitológicos existam ou não. Enquanto não houver prova irrefutável de que estes mitos existam ou não, não há muito como contestá-los. Chamo aqui de mitos ou seres mitológicos os diversos deuses, semi-deuses, profetas, personagens dos livros sagrados das diversas religiões, etc.
    Quando deparei-me com este vídeo chamado Zeitgeist (do alemão, Fantasma do Tempo), confesso que fiquei bastante intrigado com as comparações feitas com outros mitos anteriores a Jesus. Infelizmente ainda não tive como verificar a veracidade daqueles paralelismos indicados no filme. Aparentemente, é um filme voltado para “desmascarar” o Cristianismo trazendo o Judaísmo “a reboque” e isso é muito forte no final do filme, mas é preciso separar o que é fato, o que realmente é verdade nestes paralelismos e o que é conclusão do diretor do filme, a posição dele.

    Eu gostaria muito de poder me aprofundar nisso, mas é preciso tempo disponível para estudar os vários deuses, as várias mitologias, estudar História para poder estudar como se estivesse vivendo aquela época, estudar Astrologia, talvez Astronomia também, Geografia para conhecer as peculiaridades das regiões onde surgiram os mitos (deuses, semi-deuses, etc.), Antropologia entre outras ciências que possam contribuir de algum modo para a compreensão plena das sociedades nestas épocas mais remotas. Isso demandaria décadas de estudo, tempo este que não tenho, para que tirasse minhas próprias conclusões. Desta forma, me limito a ser um fã do tema.

    Contudo, voltando ao filme, os paralelismos se limitam a analisar seres mitológicos surgidos no hemisfério norte e os compara com corpos celestes, Em momento algum se faz menção a qualquer mito surgido no hemisfério sul. Teoricamente, se os deuses das mitologias de sociedades do hemisfério sul nascerem entre os meses de junho e julho (já que se eles se baseiam no comportamento dos corpos celestes, os mitos do sul deveriam ser invertidos com relação aos do norte) então essa teoria de que os mitos seriam apenas a antropoformização do Sol se confirmaria, ou pelo menos essa teoria ganharia mais força. Talvez o conhecimento do folclore dos índios brasileiros e das religiões africanas seja importante para se verificar a veracidade da teoria contida no filme Zeitgeist.

  21. 21 Alfredo Bernacchi 9-7-2012

    Parabéns, Ricardo, por este excelente trabalho. Escrevo, falo, faço vídeos demonstrando a farsa do cristianismo. Disse tudo, mas faltava ainda uma coisa: O início de tudo. Por isso eu vim buscar o Deus Sol e encontrei esse excelente trabalho seu. Parabéns pelo Site também.
    Vou inserir esses conhecimentos nos meus próximos livros, no todo ou em parte e disponibilizar o Link, recomendando que venham ver de perto a respeito do Deus Sol, com você.
    Grande abraço
    Alfredo Bernacchi

  22. 22 Pedro Paulo Buchalle 9-18-2012

    Suas palavras são muito fortes, para um conceito interessante e plausível. Quando se trata de JESUS a discussão não é sua origem, na verdade há controvérsias. O ponto a ser exaltado é
    seu conceito de amor, nas relações humanas; não se pode negar que Jesus manualizou o código de conduta humana. E isto tem dado certo há dois mil anos, apesar de todas as barbaridades em seu nome cometidas.

  23. 23 Joeliton Bispo Cavalcante 10-28-2012

    Meu amigo eu acredito que o falso Jesus foi uma idéia solar sim e a bíblia foi codificada pela igreja para enganar futuros troxas e hipócritas também acho Moisés um mentiroso a favor da mentira sei que os milagres de Jesus é pura metafisíca sei que as pessoas eram pagas para se fingirem de mortas pro safado do Jesus ressucita las sei que Jesus não passou 40 dias no deserto sem comer ném beber ele comia as supostas oferendas que os feiticeiros colocavam no desertos para os demõnios Amigo você está certo Jesus foi uma criação humana com a ajuda da metafisíca para enganar otário sim Jesus uma FRAUDE…79 91980622

  24. 24 claudio 11-6-2012

    cada historia original lida desses mitos fica evidente muitas diferenças pujantes quanto ao cristianismo, sugiro que va a uma biblioteca municiapal, ou então pare de tentar força a barra, e no mais muitos mitos forma reelaborados na era pós cristo amigo, tendo sido modificadas depois de cristo amigo, a historicidade de Cristo é incontestavel

  25. 25 Marcelo Viera 2-13-2013

    Pessoal que tenta trabalhar na desconstrução do Mito Jesus. Larguem mão enquanto há tempo e vão pescar. Além dos senhores condenarem suas almas, estão perdendo tempo. Não irão convencer os Cristãos, e estão se auto-iludindo. Aliás, senhores, os Cristãos, já estão sendo perseguidos desde o primórdio, e nunca acabaram, e digo mais, só vão aumentar, não é porque chegou a era da informática que o Cristo vai desaparecer dos corações dos Cristãos. Ledo engano. Não vai acabar nunca. Apostamos? Então sigam meu conselho e boa pescaria! 🙂

  26. 26 Carlso Jose 3-31-2013

    A diferença de ateu para mliitante ateista..É que o ateu apenas não crê em Deus. E um militante ateista ,pega uma falacia que( qualquer egiptologo pode desmascarar) e colocam na maior cara de pau como se fossem estudiosos e fosse verdade o que escrevem. para que outros que não tenha o conhecimento dos deuses egipcios ,gregos ou indus possuem. Só acho graça que quando conversamos com historiadores ligados aos estudos sobrea deuses.eles riem quando leem ou ouvem tantas asneiras . Se o cara quiser ser ateu é um detalhe,mas levar falacias de historinhas criadas para tentar comparar oo nascimento de cristo é já foge da realidade. Velho não pesquise em wikipedia,vá a uma bibliotaca ou livros arqueologicos Que voce conhecerámais sobre Horus.

  27. 27 ana 4-27-2013

    para mim é claro que o JESUS que é pregado hj é uma figura mística e não o verdadeiro
    Jesus no islam é um mensageiro de Deus não Filho de DEUS

  28. 28 R Cesar 9-23-2013

    Saudações a todos os participantes.
    A fé é algo inexplicável mesmo. Poder explicá-la é realmente difícil e vivê-la é se transcender para além dos limites na compreensão humana. Quisera eu ser capaz de convencê-los das minhas convicções. Todavia, não é esse o meu papel.
    Todos nós somos capazes de acreditar em algo e de, em alguns casos, a por esperança no objeto de nossa fé. Alguns acreditam em coisas palpáveis, outros preferem o abstrato, alguns preferem acreditar no que se pode explicar e outros não, outros escolhem a pluralidade de objetos (politeísmo) ou alvos enquanto alguns optam pela singularidade (monoteísmo). Vejam os senhores que a fé é, sobre tudo, uma escolha arbitrária do ser e que qualquer imposição seria fundamentalismo. Entendo, então que se opor a liberdade de escolha quanto ao crer, é tão violento quanto plantar uma bomba, um ato terrorista ou a queima na fogueira.
    Nenhum Cristão é contra a fé de outrem nem somos fundamentalistas como foram os católicos durante a inquisição dos SEC XIV, XV e XVI.
    Eu acredito no criacionismo, que somos resultados da vontade de DEUS em trazer a existência uma raça semelhante a Ele (Gn 1.26-27), que o amor de DEUS moveu o seu coração para nos criar, não como animais irracionais, mas como a primícia da sua criação terrena. Recebemos também a pureza e o senso de justiça para tudo, mas a insatisfação ao se sentir manipulado por vontade alheia nos leva a romper relações com Aquele que nos criou – Deus nos dotou do livre arbítrio para fazermos nossa escolhas, mas com a responsabilidade sobre nossos próprios atos. A desobediência as regras mais simples de um conjunto de leis é suficiente para nos tornar réu de juízo em qq sistema penal humano. Deus estabeleceu que para se manter associado a Ele o homem (raça) deveria permanecer obediente aos seus princípios, isso a humanidade rejeitou. Essa desobediência, representada pelo ato de comer o fruto do conhecimento do bem e do mal (essa ambição humana de querer se deus o levou a desobedecer).
    O afastamento de Deus fez com que o homem buscasse soluções para suprir a ausência do próprio Deus em sua vida. Realizações pessoais, conquista pessoais não foram e jamais serão suficientes para substituir a presença de Deus nas nossas vidas. Deus planejou uma reconciliação do homem com Ele (o seu criador) oferecendo uma opção: aceitar a manifestação do Seu amor pela morte de Seu Filho e assim se tornar novamente participante do reino de Deus, ou recusar e permanecer longe de Deus e na condição de rebelado de Sua vontade, sendo cada responsável por sua própria decisão.
    Como os senhores podem perceber, tudo é muito simples. Ou voce acredita ou não acredita.
    Cada um tem o direito de decidir por si mesmo e, cada um será responsabilizado pela sua decisão, seja ela qual for.
    Abraços a todos e muito obrigado.

  29. 29 Ph 12-24-2013

    Se em João está escrito que o verbo se fez carne,não acho que ficou no ventre de Maria.
    Fizeram uma mistura para confundir todo mundo.
    Maria foi colocada como mãe de Deus ,porque a rebeldia de Jesus trazia uma proposta de desagregação
    familiar. Nisso os romanos inventaram essa de Sagrada Família.
    Agora algum Jesus existiu, essa do Deus solar eles quiseram inventar,fazendo uma junção para confundir.

  30. 30 miriam 4-5-2015

    Leia isso, MIRIAM, e LOGO.

  31. 31 Giorgio TSK 4-22-2015

    Essas informações são furadas, sou professor de história e especialista em história antiga, repito, são furadas, pesquisem!

    Há uma série de vozes na internet alegando que os relatos de Jesus como registrados no Novo Testamento são apenas mitos e foram o resultado dos escritores pegando emprestado contos da mitologia pagã, tais como as histórias de Osíris, Dionísio, Adonis, Attis e Mitra. A alegação é que essas figuras mitológicas são essencialmente a mesma história que o Novo Testamento atribui a Jesus Cristo de Nazaré. Como Dan Brown afirma em O Código Da Vinci, “Nada no Cristianismo é original.”

    No entanto, quando os fatos são examinados, a suposta ligação entre o Novo Testamento e a mitologia é facilmente desmentida. Para descobrir a verdade sobre essas afirmações particulares e outras parecidas, é importante (1) descobrir a história por trás das afirmações, (2) analisar as representações históricas reais dos falsos deuses sendo comparados a Cristo, (3) expor as falácias lógicas que os autores estão fazendo, e (4) olhar por que os evangelhos do Novo Testamento podem ser confiados por descreverem com precisão o verdadeiro e histórico Jesus Cristo.

    Em primeiro lugar, as alegações de que Jesus era um mito ou um exagero originaram-se nos escritos dos teólogos liberais alemães do século 19. Eles essencialmente alegaram que o Cristianismo era apenas uma cópia da adoração generalizada dos deuses da fertilidade morrendo e ressuscitando em vários lugares -Tamuz na Mesopotâmia, Adônis na Síria, Attis na Ásia Menor e Osíris no Egito. Nenhum destes escritos chegaram a avançar no âmbito acadêmico ou do pensamento religioso porque as suas afirmações foram investigadas por estudiosos e julgadas completamente infundadas. Foi somente no final século 20 e início do 21 que estas afirmações foram ressuscitadas, principalmente devido ao surgimento da internet e da distribuição em massa de informação que não tem qualquer fundamento ou responsabilidade histórica.

    Isso nos leva à próxima área de investigação – os deuses mitológicos da antiguidade realmente espelham a pessoa de Jesus Cristo? Como exemplo, o filme Zeitgeist faz estas afirmações sobre o deus egípcio Hórus:

    • Ele nasceu em 25 de dezembro de uma virgem – Isis Maria
    • Uma estrela no Oriente proclamou a sua chegada
    • Três reis foram adorar o “salvador” recém-nascido
    • Aos 12 anos de idade, quando ainda um menino, ele tornou-se um professor prodígio
    • Aos 30 anos ele foi “batizado” e começou um “ministério”
    • Hórus tinha doze “discípulos”
    • Hórus foi traído
    • Ele foi crucificado
    • Ele foi sepultado por três dias
    • Ele foi ressuscitado depois de três dias

    No entanto, quando os escritos atuais sobre Hórus são competentemente analisados, isto é o que encontramos:

    • Hórus nasceu a Ísis; não há qualquer menção na história de sua mãe sendo chamada de “Maria”. Além disso, Maria é a nossa forma latinizada de seu nome verdadeiro “Miryam” ou Miriam. “Maria” não foi nem usado nos textos originais das Escrituras. • Ísis não era virgem; ela era a viúva de Osíris, com quem concebeu Hórus.
    • Hórus nasceu durante o mês de Khoiak (outubro/novembro) e não no dia 25 de dezembro. Além disso, a Bíblia não menciona a data exata do nascimento de Cristo.
    • Não há qualquer registro de três reis visitando Hórus em seu nascimento. A Bíblia nunca afirma o real número de magos que foram ver Cristo.
    • Hórus não é um “salvador” de qualquer forma e nunca morreu por ninguém.
    • Não há relatos de Hórus sendo um professor aos 12 anos de idade.
    • Hórus não foi “batizado”. O único relato de Hórus que envolve a água é uma história onde ele é despedaçado e Ísis pede ao deus crocodilo que o pesque da água onde havia sido colocado.
    • Hórus não tinha um “ministério”.
    • Hórus não tinha 12 discípulos. De acordo com as narrativas, Hórus tinha quatro semi-deuses que eram seguidores e algumas indicações de 16 seguidores humanos e um número desconhecido de ferreiros que entraram em batalha com ele.
    • Não existe nenhuma narrativa de Hórus sendo traído por um amigo.
    • Hórus não morreu por crucificação. Há vários relatos da morte de Hórus, mas nenhum deles envolve a crucificação.
    • Não existe nenhum relato de Hórus sendo sepultado por três dias.
    • Hórus não foi ressuscitado. Não existe nenhuma narrativa de Hórus saindo do túmulo com o mesmo corpo de quando entrou. Alguns relatos narram Hórus/Osíris sendo trazidos de volta à vida por Ísis e sendo o senhor do submundo.

    Então, quando comparados lado a lado, Jesus e Hórus têm pouca, ou nenhuma, semelhança um com o outro. Uma outra comparação popular feita por aqueles que afirmam que Jesus Cristo é um mito é entre Jesus e Mitra. Todas as declarações acima acerca de Hórus são aplicadas a Mitra (isto é, nascido de uma virgem, sendo crucificado, ressuscitando em três dias, etc.). Entretanto, o que os textos antigos realmente dizem sobre Mitra?

    • Ele nasceu de uma rocha sólida e não de qualquer mulher.
    • Ele lutou primeiro com o sol e em seguida com um touro primitivo, o que é considerado o primeiro ato da criação. Mitra matou o touro, o qual se tornou a base da vida para a raça humana.
    • O nascimento de Mitra foi celebrado no dia 25 de dezembro, juntamente com o solstício de inverno.
    • Não há menção dele sendo um grande professor.
    • Não há menção de Mitra tendo 12 discípulos. A ideia de que Mitra teve 12 discípulos pode ter vindo de um mural em que Mitra é cercado por doze signos do Zodíaco.
    • Mitra não teve uma ressurreição corporal. Diz o mito que Mitra concluiu sua missão terrena e em seguida foi levado para o paraíso em uma carruagem, vivo e bem. O escritor cristão primitivo Tertuliano escreveu sobre os seguidores de Mitra reencenando as cenas de ressurreição, mas ele escreveu sobre isso ocorrendo bem depois dos tempos do Novo Testamento, por isso, se qualquer plágio foi feito, o culto de Mitra foi quem copiou o Cristianismo.

    Mais exemplos podem ser dados de Krishna, Átis, Dionísio e outros deuses mitológicos, mas o resultado é o mesmo. No final, o Jesus histórico, como retratado na Bíblia, é completamente original. As semelhanças reivindicadas são muito exageradas. Além disso, embora a crença em Hórus, Mitra e outros preceda o Cristianismo, há muito pouco registro histórico das crenças pré-cristãs dessas religiões. A grande maioria dos primeiros escritos sobre essas religiões são datadas dos séculos III e IV dC. É ilógico e anti-histórico reivindicar que as crenças pré-cristãs nessas religiões (das quais não há registro) foram idênticas às crenças pós-cristãs nestes grupos (das quais há registo). É mais historicamente válido atribuir eventuais semelhanças entre as religiões e o Cristianismo às religiões copiando as crenças cristãs sobre Jesus e dando esses atributos aos seus próprios deuses/salvadores/fundadores em uma tentativa de parar o rápido crescimento do Cristianismo.

    Isso nos leva a analisar a próxima área: as falácias lógicas cometidas por aqueles que afirmam que o Cristianismo pegou emprestado das misteriosas religiões pagãs. Duas falácias em particular são evidentes — a falácia da falsa causa e a falácia terminológica. Se uma coisa precede a outra, isso não significa que a primeira causou a segunda. Esta é a falácia da falsa causa. Mesmo se as narrativas pré-cristãs de deuses mitológicos muito se assemelhassem a Cristo (e não se assemelham), isso não significa que elas causaram os escritores do evangelho a inventar um falso Jesus. Afirmar tal coisa seria como dizer que a série de TV Jornada nas Estrelas causou o programa de foguetes espaciais da NASA.

    A falácia terminológica ocorre quando os termos são redefinidos para provar um ponto, quando na verdade esses termos não significam a mesma coisa quando comparados à sua fonte. Assim, por exemplo, o filme Zeitgeist diz que Hórus “iniciou o seu ministério”, mas Hórus não tinha um ministério – nada parecido com o ministério de Cristo. Os que afirmam que Jesus e Mitra são o mesmo falam sobre o “batismo” que iniciava os possíveis aderentes ao culto de Mitra, mas o que realmente acontecia? Os sacerdotes Mitra (usando um ritual também realizado pelos seguidores de Átis) suspendiam um touro sobre um buraco, colocavam aqueles que queriam pertencer ao culto naquele buraco e então cortavam o estômago do boi, cobrindo os iniciantes com sangue. Tal coisa não tem semelhança alguma com o batismo cristão, no qual uma pessoa vai debaixo d’água (simbolizando a morte de Cristo) e depois sai da água (simbolizando a ressurreição de Cristo). Entretanto, os defensores da posição do Jesus mitológico enganosamente usam o mesmo termo para descrever ambos na esperança de unir os dois.

    A última questão a ser examinada acerca deste assunto é a veracidade do próprio Novo Testamento. Embora muito tenha sido escrito sobre este tema, nenhum trabalho da antiguidade tem mais evidências no que diz respeito à veracidade histórica do que o Novo Testamento. O Novo Testamento tem mais escritores (nove), melhores escritores e escritores que viveram mais perto do que estava sendo registrado do que qualquer outro documento da época. Além disso, a história comprova o fato de que esses escritores enfrentaram a morte para afirmar que Jesus tinha ressuscitado dos mortos. Embora alguns escolham morrer por uma mentira que acham ser verdade, ninguém morre por uma mentira que sabe ser falsa. Pense nisso — se alguém estivesse prestes a crucificá-lo de cabeça para baixo, como aconteceu com o apóstolo Pedro, e tudo o que você tivesse que fazer para salvar a sua vida fosse renunciar uma mentira que você tinha vivido conscientemente, o que você faria?

    Além disso, a história tem mostrado que são necessárias pelo menos duas gerações antes de um mito poder entrar em um relato histórico. Por quê? Porque as testemunhas oculares podem refutar o erro registrado. Os que viviam naquela época poderiam ter refutado os erros do autor e expor o trabalho como sendo falso. Todos os evangelhos do Novo Testamento foram escritos durante a vida das testemunhas oculares, com algumas das epístolas de Paulo sendo escritas tão cedo quanto 50 dC. Essas datas servem como um mecanismo essencial de proteção contra eventuais falsidades sendo aceitas e difundidas.

    Finalmente, o Novo Testamento atesta o fato de que a representação de Jesus não foi confundida com a de qualquer outro deus. Quando confrontados com o ensinamento de Paulo, os pensadores da elite de Atenas disseram isto: “’O que está tentando dizer esse tagarela?’ Outros diziam: ‘Parece que ele está anunciando deuses estrangeiros’, pois Paulo estava pregando as boas novas a respeito de Jesus e da ressurreição. Então o levaram a uma reunião do Areópago, onde lhe perguntaram: ‘Podemos saber que novo ensino é esse que você está anunciando? Você está nos apresentando algumas idéias estranhas, e queremos saber o que elas significam’” (Atos 17:18-20). É evidente que se as narrativas sobre Jesus fossem simplesmente um arranjo de contos de outros deuses, os atenienses não teriam se referido a elas como sendo “novas”. Se deuses morrendo e ressuscitando fossem abundantes no primeiro século, por que quando o apóstolo Paulo pregou sobre Jesus ressuscitando dos mortos em Atos 17 os epicuristas e estoicos não comentaram: “Ah, assim como Hórus e Mitra”?

    Em conclusão, as alegações de que Jesus não era nada mais do que uma cópia dos deuses mitológicos originaram-se com autores cujas obras (1) têm sido descartadas pelo mundo acadêmico; (2) contêm falácias lógicas que prejudicam a sua veracidade e não podem ser comparadas com os evangelhos do Novo Testamento, os quais têm resistido quase 2.000 anos de intenso escrutínio. Os supostos paralelos desaparecem quando comparados com os textos originais históricos. Semelhanças entre Jesus e os vários deuses mitológicos só podem ser defendidas ao empregar-se descrições enganosas e seletivas.

    Jesus Cristo permanece único na história, com Sua voz elevando-se acima de todos os deuses falsos e continuando a fazer a pergunta que, em última análise, determina o destino eterno de cada pessoa: “Quem dizeis que eu sou?” (Mateus 16:15)

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    É Jesus um mito? É Jesus apenas uma cópia dos deuses pagãos de outras religiões antigas?

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